© 2018 by Arlete Montenegro.

  • Facebook - Black Circle
  • Instagram - Black Circle

No tempo da Radio São Paulo trabalhavamos até 16 horas por dia: as radionovelas começavam às  oito e meia da manhã e só terminavam lá pelas 10 da noite. Em geral eu fazia oito por dia...

Para renovar a emissora, em 1954 criaram um concurso: Em Busca de uma Estrela, para selecionar a nova voz feminina que passaria a estrelar as rádionovelas. Dentre mais de duas mil concorrentes, fui a ganhadora. No início não acreditei...

 

Talvez nenhuma indústria tenha mudado tanto nas últimas décadas como a indústria televisiva. Minha primeira experiência foi no papel da cigana Esmeralda, no Corcunda de Notre Dame de Victor Hugo, na antiga TV Record, lá pelos idos de 1956. Todo o processo era ao vivo e, naturalmente muito precário...

 

Arlete  Montenegro

Meu sonho desde menina, assim que comecei a ir às matinês de domingo, era fazer cinema em Hollywood.  Fui estrear nos cinemas brasileiros apenas em 1976, com O Conto do Vigário. Meu mais recente papel foi em E a Vida Continua, de 2015.

 

 
 
 
 

Envie sua mensagem...

 

SER

ATRIZ

É muito bom saber que a vida é eterna e que sempre teremos chances de mudar as coisas, de evoluir. Sou muito agradecida por trabalhar naquilo que amo. Sou muito agradecida por ser atriz.

Foi por volta de 1969, no magnífico Noites Brancas de Dostoiweski. Apaixonei-me pelo teatro: para uma atriz representa a liberdade e o que há de melhor. O impacto na platéia, sua energia, os improvisos. Depois dessa peça vieram mais trinta e duas - e não pretendo parar...

 

 
 

Foi por volta de 1969, no magnífico Noites Brancas de Dostoiweski. Apaixonei-me pelo teatro: para uma atriz representa a liberdade e o que há de melhor. O impacto na platéia, sua energia, os improvisos. Depois dessa peça vieram mais trinta e duas - e não pretendo parar...